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quinta-feira, 2 de março de 2017

Bullying - um dia na escola | Um jogo que desperta consciências

jogo
O bullying é de longe um pesadelo que qualquer pai quer afastar dos seus filhos.  Na escola, longe da nossa supervisão e proteção, nem sempre estão a salvo de comportamentos abusivos por parte de outros colegas e, é preciso estarmos também conscientes disto, os nossos filhos podem tornar-se também abusadores mesmo sem terem disso a completa noção.

domingo, 6 de novembro de 2016

Como se estuda cá por casa...

Em Setembro entrou-se no 5.º ano. Havia muitos receios, mas mais da minha parte, confesso, que o G. nessas coisas é um menino muito descontraído e eu também fiz os possíveis por não lhe passar as minhas preocupações, tentando no entanto alertá-lo para as mudanças que iria enfrentar.

chalk

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Estudar com a Escola Virtual

Quando fizemos a encomenda dos livros escolares do ano lectivo 2016/2017 através da Wook (ver este post), recebemos, juntamente com a encomenda e gratuitamente, o livrinho "Estuda menos, estuda melhor", facultado pela Porto Editora. Com imensas dicas sobre os melhores métodos de estudo, traz também um código que permite experimentar, sem custos, a plataforma "Escola Virtual" durante 30 dias.

estudar, escola

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Ciência em Cena - Concurso para alunos do 9.º ao 12.º ano (Divulgação)

gulbenkian, concurso, alunos

Filma as tuas palavras, os teus gestos, as tuas ideias e partilha uma boa história


O Ciência em Cena é um concurso anual de ideias criativas, dinamizado pelo Gulbenkian Descobrir e pela Associação Maratona da Saúde, que pretende despertar o interesse dos jovens estudantes (9º, 10º, 11º, 12º anos e ensino profissional) pelo conhecimento científico, consciencializando-os para as várias doenças e sensibilizando-os para a solidariedade.

domingo, 9 de outubro de 2016

Investir na leitura para combater o insucesso escolar

Diversos estudos levados a cabo sobre o tema do insucesso escolar chegaram a uma mesma conclusão: a raiz do problema reside, na grande maioria das vezes, nas deficientes capacidades de leitura.       

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domingo, 25 de setembro de 2016

Dormir cedo sem dramas

Cá em casa temos horários complicados. Corrijo: o meu já não é complicado desde julho, quando fiquei desempregada, mas antes disso, era um horário do cão, basta dizer que às 4h já estava de pequeno-almoço tomado. E o meu marido, com uns turnos tramados, também não tem vida fácil, anda sempre a alterar o horário dos sonos. Quando o meu filho nasceu, conciliar estes horários tão díspares, foi uma preocupação.
sleep

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Peçam tudo de uma vez por favor!

As aulas começaram há uma semana e cá por casa tem corrido tudo sem sobressaltos.  As mudanças foram muitas, esta passagem de uma escola do primeiro ciclo para uma do segundo traz tanta coisa nova...

school

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Etiquetar o material escolar com estilo - para imprimir

Se há coisa que gosto sempre de fazer em relação ao material escolar do meu filho é identificá-lo todo para evitar confusões, até porque já sei como ele é, gosta de emprestar tudo a toda a gente e assim não há stress :)

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Comprinhas básicas numa Decathlon apinhada de gente...

Ontem demos um saltinho à Decathlon de Alfragide porque ainda nos faltavam uns básicos para a aula de Educação Física do G. Como é o primeiro ano que tem Educação Física como disciplina e não como actividade extracurricular, não tinha ainda bem a noção do que costumam pedir e como por vezes varia de professor para professor, esperei pelas indicações dadas na 1.ª aula.
kipsta

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Telemóvel q.b....

Não sei se é por uma questão de mentalidade, dado que na minha infância e adolescência não havia telemóveis (atenção, não sou tempo dos dinossauros, mas vou entrar nos entas ainda antes do ano acabar...), ou se será simples embirração, mas tenho uma quedazinha para me irritar quando vejo crianças pequenas a idolatrarem um telemóvel...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Amanhã é o grande dia...

Depois de umas férias bem passadas, eis o regresso à rotina. Amanhã o meu G., assim como milhares de crianças por esse país fora, regressam às aulas. Na verdade, amanhã teremos apenas a apresentação e acolhimento na nova escola, vamos ver que surpresas esconde... Mas uma escola que, só do quinto ano, tem 7 turmas, e vai até ao 9º ano, deve esconder muitas surpresas, esperemos que todas sejam boas, que seja animada mas segura é tudo o que peço :)

A todos quantos regressam ou têm filhotes que regressam às aulas, que seja um ano pleno de aventuras divertidas e de muitos sucessos, que a sede de aprender mais e mais os lance na procura incessante pelo conhecimento. E que os que pela primeira vez ingressam na escola, o façam sem receio e com muita alegria.





      Bom ano lectivo de 2016/2017 a todos!           

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Escola nova, coração apertado...

O meu filho só entrou para a pré aos quatro anos. Pensei que ia ser o fim do mundo por estar tão habituado a estar comigo, uns dias depois já estava como peixe na água. Quando foi para o primeiro ano do ensino básico, ele não conhecia um único colega naquela escola, sustive a respiração e só me lembro de a ter largado uma semana depois. Resultado: 4 anos tranquilíssimos, boas notas, um menino feliz e descontraído.

Agora, nova mudança de ciclo, vai para o 5º ano.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Stop bullying... it hurts!

Neste início de setembro, andamos todos (pelo menos aqueles que têm filhos em idade escolar) em grande azáfama a preparar o seu regresso às respetivas escolas. Andamos ocupados a comprar livros, material escolar, a preparar roupas, decidir que ATL/Centro de Estudos escolher, etc, uma trabalheira que nunca mais acaba. Há contudo uma preocupação que não devemos descurar. Falar com os nossos filhos sobre bullying é a melhor forma de os alertarmos para os seus perigos.


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

IVA dos dicionários

Quando fui fazer no outro dia umas comprinhas de material para o novo ano letivo, na mesma altura em que comprei o kit de encadernação da AMI de que sou fã e de que já falei aqui no Trinta (http://trintaporumalinhanoticias.blogspot.pt/2016/08/livros-encadernados-sem-cabelos.html), comprei também um dicionário de Inglês/Português e Português/Inglês para o G.

No momento de pagar as compras, separei o material escolar da mercearia que tinha no carrinho, para pedir a fatura no nome do meu filho, com o respetivo número de contribuinte. Estava eu na azáfama de separar as coisas, pagar a primeira conta, esperar que o funcionário registasse o material, quando me ocorreu que o dicionário devia ter IVA de 6% e que se entrasse na mesma fatura, com o restante material que é taxado a 23%, não entraria nas despesas de educação (a manterem-se as regras vigentes na última entrega do IRS...)



Perguntei ao funcionário da caixa se me sabia dizer com certeza qual o IVA do dicionário, ele não sabia, perguntou a uma supervisora que não fazia a menor ideia, ligou para o escritório a perguntar, mas já estava tão demorado, que ao ver a fila de clientes que se formava atrás de mim, resolvi acelerar as coisas e pedir para deixar o dicionário numa 3ª fatura, para o caso de se confirmarem os 6%... o que veio a acontecer!

Realmente, para mim fazia sentido que o IVA de um dicionário fosse de 6%, é imprescindível ao estudo, mas como a minha lógica é frequentemente diferente da dos senhores das Finanças em tantas coisas... Provavelmente se o meu filho já fosse mais crescido e já estivesse mais habituada a fazer estas compras, já saberia de antemão, mas vou aprendendo aos pouquinhos ;) E fica o alerta, para mamãs mais 'verdes' nestes assuntos como eu ;)    

              

Funcionários precisam-se

A dias de mandarmos os nossos piolhos para o início de mais um ano escolar, eis que somos brindados com notícias saídas na imprensa acerca da escassez de funcionários nas escolas públicas. Já não basta stressar com as compras de livros e material escolar, preparar roupas e descobrir que as calças estão todas curtas, as mangas das camisolas não chegam onde deveriam chegar, os casacos parecem ter encolhido, e que os sapatos deviam ter mais um centimetrozinho... porque durante o verão, os pestinhas dão um verdadeiro salto de trampolim... Mais as mudanças de escola que por vezes são inevitáveis e que nos dão sempre um friozinho no estômago, mesmo quando lhes garantimos, cheios de certezas, de que a nova escola é mais gira, mais animada, cheia de gente simpática...


Neste limbo de emoções pré-início de novo ano letivo, a última coisa que me apetecia ouvir era que faltam à volta de seis mil funcionários nas nossas escolas. Se é mau quando as aulas começam e há meninos sem esta ou aquela disciplina, a falta de auxiliares de ação educativa pode ser igualmente desastrosa. 

Ninguém fica descansado sabendo que o seu filho vai para uma escola onde não há funcionários suficientes para vigiarem tudo o que se passa, principalmente durante os intervalos. Às vezes penso que é quase por milagre que não acontecem mais acidentes e perturbações nos recreios das nossas escolas, bem via na escola básica onde o meu filho completou os 4 anos do 1.º ciclo, um recreio péssimo de terreno acidentado, pouquíssimos auxiliares para tantas crianças, não sei como não aconteceram mais desgraças...

Este método de contratar os funcionários ao ano, este ano vais para esta escola, no ano seguinte vais para outro, não me parece benéfica para ninguém porque, salvo em raras excepções, as crianças só terão a ganhar com funcionários que já conhecem bem a comunidade escolar, que já estarão de sobreaviso para esta ou para aquela situação.

E aí por casa, as escolas dos vossos filhos também costumam sofrer do mesmo mal? Quais são as vossas maiores preocupações?


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Livros encadernados sem cabelos arrancados...

Quando eu andava na escola, no início de cada ano letivo, tocava à minha mãe a ingrata tarefa de encadernar os meus livros. Quando aparecia em casa o rolo de plástico aderente, a tensão podia sentir-se no ar... Quando cresci o suficiente para me desenrascar sozinha, passei a ser eu a responsável por encadernar os meus livros. Era uma tarde de impropérios para todos os gostos, que terminava invariavelmente com margens mal cortadas e bolhas aos montes no plástico amaldiçoado.

Nas vésperas do meu filhote entrar para o primeiro ano, andava eu no calvário da compra do material escolar, já tinha atirado para o carrinho cheia de rancor o malfadado plástico para os livros quando me deparo com um produto que desconhecia por completo: um kit salva livros, com a chancela da AMI, que prometia (maravilha das maravilhas!!) que encadernar seria 'fácil, divertido e rápido'. Não pensei duas vezes, e foi com um prazer algo maquiavélico que voltei a colocar o rolo de plástico na respetiva prateleira.

        

Não fui, de todo, defraudada. A embalagem traz dez películas transparentes para forrar os livros, o que é ótimo e facilita muito por não ter de se estar a cortar à medida do livro. Aliás, em todo o processo não se usa tesoura!  As películas trazem umas guias autocolantes que se tiram e as fazem aderir aos livros e na parte superior e interior da lombada vêm com um picotado que se pode destacar para colocar a película na medida certa.



Inclui ainda a embalagem autocolantes redondos para fixar as películas depois de devidamente dobradas e dez etiquetas autocolantes com ilustrações diversas (as deste ano são do filme Inside out) para registar o nome e turma da criança.  


E foi assim, depois de descoberto este maravilhoso kit, que deixei de arrancar cabelos e recorrer a palavras menos simpáticas no momento de forrar os livros escolares cá de casa.   

Cada kit custa 6 euros, dá para forrar dez livros e, por cada kit, 1 euro reverte a favor das crianças e jovens apoiados pela AMI, ou seja, é uma compra de cariz solidário. É também por isso que o aconselho a toda a gente: poupamo-nos de um ataque de nervos e ainda ajudamos quem mais precisa :)  Quem desse lado já experimentou?











segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Prendinhas para usar na escola

Não sou adepta de comprar uma mochila diferente para o meu filho a cada ano que passa só porque tem de ser. Desde que a do ano anterior esteja em condições, nem se pensa duas vezes. A excepção foi no ano em que lhe ofereceram uma mochila com trolley incorporado, pensei que ia dar muito jeito, mas estorvava mais do que facilitava, uma vez que o ia levar quase todos os dias de autocarro, era um peso extra que tinha de carregar. Ainda por cima, na escola ele tinha de descer uma escada imensa para ir para a sala de aula, e ia com aquele peso monstro que só lhe fazia mal... Por isso, no ano seguinte, não hesitei e comprei-lhe uma mochila nova, sem trolley.

Sou sempre o mais poupada que consigo, mas também não me agrada comprar muito barato num ano para voltar a ter de comprar logo no ano seguinte. O meu método consiste em ir comprando durante o ano aquelas coisas mais básicas, como lápis, borrachas, canetas, cadernos de capa preta, colas, etc.. Fico com esse stock em casa e na altura do início das aulas só me falta comprar aquelas coisas que dependem mais dos pedidos específicos dos professores.

Como o G. faz anos antes do início do ano letivo e a avó me tinha pedido ajuda para escolher a prenda dele, resolvi levá-lo à Staples a vermos as mochilas, só para ver a reação dele, se alguma a um preço razoável lhe agradava. A do ano passado que ele adorava, já durava há dois anos e tinha um fecho estragado e estava estafadinha até mais não.

Mal deu de caras com uma da Star Wars, ficou rendido. Havia outras com os mesmos personagens, ao mesmo preço, mas aquela arrebatou-o mesmo. Disse-lhe que não íamos levar naquele dia porque ainda precisava ver o que mais fazia falta para a escola e que era mais fácil levarmos depois tudo, lá se conformou, apesar de pesaroso e a pensar que quando a fossemos buscar, já não a encontraríamos.

Quando o pai veio ter connosco, dei uma desculpa que precisava de ir comprar umas coisas para mim e que não os queria aborrecer, que fossem passear um pouco, corri novamente para a Staples e inspecionei a mochila com mais atenção, pareceu-me resistente, de boa qualidade, juntei um estojo igual, que um dos do ano passado também precisava ser substituído, uma embalagem de cores de cera twist-up que nunca podem falhar também no estojo do G., umas canetas BIC que já são tradição e aproveitei para descontar um dos dois vales de 5€ que a Staples me havia enviado, tudo para a mala do carro, missão cumprida, avó! ;)




E pronto, a saga Star Wars vai continuar... pelo menos cá por casa! Lá vou eu todos os dias começar as minhas manhãs com este personagem sinistro a olhar para mim...


Estes lápis de cera twist-up já acompanham o meu filho desde o primeiro ano. São super-práticos, as cores muito luminosas, ele adora-os e eu, quando vejo os resultados no papel, também :) Já quando era mais pequenino e andava na pré, lhos comprava, a embalagem mais pequena, para se entreter em casa. Houve um ano em que experimentei outra marca branca, mas o resultado foi desastroso. Eram ligeiramente mais baratos, mas as cores muito mais esbatidas e se algum caísse no chão, as cargas partiam logo. Estas às vezes também se podem partir (houve uma altura em que tive de me chatear com ele porque andava com a mania de tirar as cargas da caneta plástica, ora aí às vezes partia-as...), mas mesmo assim são mais resistentes. São mesmo práticas, à medida que se vão usando, roda-se um bocadinho a parte de cima e a ponta vai descendo. Um ótimo investimento :)

      

Eu adoro as canetas BIC, o único problema do G., que pode acontecer com qualquer caneta, é que como é esquerdino, ao escrever vai passando a mão por cima e se a caneta largar muita tinta, pode borrar. Já me apercebi que com estas edições mais 'especiais', geralmente não acontece tanto, por isso aposto nelas também.    

 Posto isto, será que ele gostou? Ou ficou danado por receber material escolar? Adorou! Quando abriu o saco-presente e viu a mochila ficou  histérico. Acho que ele estava mesmo convencido que quando esta semana voltássemos à loja, já não ia ter a mochila nem as cores de cera, que muitas vezes esgotam logo de seguida. 

Às vezes temos a ideia preconcebida que por serem crianças só acham piada a brinquedos e nem sempre acontece. Ainda no ano passado a minha mãe ficou espantada com a alegria dele quando recebeu uns sapatos da H&M como prenda dela e disse que tinha sido a melhor prenda do dia (partilha da doideira da mãe pela H&M), esquecendo o tablet novo, jogos de consola, etc... É bom darem valor também às outras coisas que são necessárias no dia-a-dia e que não caem do céu. Fico agradecida por ele perceber isso. Não sabemos o dia de amanhã. Prefiro sempre dar graças pelo que tenho do que chorar pelo que não tenho. É muita frustração inútil acumulada. E não quero que ele cresça assim. Haverá muitas opções que vai fazer diferentes das minhas, não o poderei evitar e faz parte da vida. Mas ficarei feliz se forem sempre opções conscientes. Oh céus, mas o que tem isto a ver com material escolar?? Nada, eu sei, a conversa é mesmo como as cerejas... :D